
| BRASIL , Centro-Oeste , Mulher , de 26 a 35 anos |
Meu Humor
"Nao h� vida sem corre��o, sem retifica��o."
Paulo Freire
Bem vindos ao blog meu blog.Comente a vontade,mas deixe o seu e-mail para que eu possa retornar.Mta garra em seus estudos!!
Nome:Patricia
Idade: 26
Cidade: DF
MSN: patricia.concurseira@hotmail.com
E-mail: pat.concurso@gmail.com
Estudo atualmente para: UNB e Concursos
Concursos que estudo: todos!
Materias que amo: Constitucional, Penal e Administrativo
Lema: ESTUDAR ATE PASSAR!!
Bibliografia que eu recomendo:
1) Aulas de Direito Constitucional-Vicente Paulo/Juliana Maia
2) Direito Administrativo-Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino
3) Direito Constitucional em Exercicios-Zelio Maia
4) Direito do Trabalho- Vicente Paulo, Marcelo Alexandrino e Glaucia Barreto
5) Direito Eleitoral - Francisco Dirceu Barros
Professores que eu recomendo:
Prof. Antonio Roger, Bertrand, Zelio Maia, Aylton, Vicente Paulo, Nilo, Moacir, Joao Marcos, Vandré, Ricardo, Belfort, Jonofon
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Dia de Fúria

Essa semana não foi nada fácil pra mim, a começar por sexta feira passada.
Resolvi corrigir a minha prova do TRT e vi que cerca de 4 questões eu errei por PURA falta de atenção. Sabe qdo vc olha para a questão certa, fica em dúvida e no final marca a errada. Isso sem falar que na única questão que foi anulada foi justamente a que eu acertei. Resultado: só acertei 34 questões de 50. Pretendia errar no máximo 5 e nao 16!!!!! Passei o dia todo de mau humor. Pra piorar lei no Orkut que um cara que errou apenas 2 questões ficou em quase 1000° na colocação final no TRT-AL!!!!! Imagina quem gabaritou???!! Deve ter ficado em 200°. Isso me desanimou MUITO porque em se tratando de FCC não basta vc ser o melhor. Além de ser o melhor vc deve ser o mais idoso, etc etc etc...Nunca imaginei que algum dia na minha vida eu ia preferir com todas as minhas forças o CESPE.
Saiu hj a concorrência pro TRT-SP: algo em torno de 4.820 por vaga pra médio e 4.068 pra superior. E agora José? Como será daqui pra frente? Saiu o TRE-GO e sairá o TRE-MG! Só que dessa vez será o bendito CESPE. Faço pros dois cargos, embora a matéria de Analista seja muiiiiiitoooo maior, ou continuo tentando pra médio?
JOSÉ
Carlos Drummond de Andrade
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?
E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora ?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !
José, pra onde ?
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Paty
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Especiais
2009 promete ser um ano favorável para os concurseiros
27/10/2008 13:24
Do Correio Braziliense
Os candidatos a uma vaga no serviço público não têm motivo para reclamar: 2008 foi farto em concursos. Mas em 2009? Como será? Diante do quadro de incertezas na economia causado pela crise financeira global, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo,anunciou na semana passada que serão
necessários cortes de custeio, como o reajuste salarial do funcionalismo. E para conter gastos do governo, o cancelamento de concursos públicos é outra medida apontada pelo ministro.
O senador Delcídio Amaral (PT-MS), relator do projeto do Orçamento da União de 2009, foi orientado por Bernardo a eliminar concursos e cargos públicos. Para criar um fundo de reserva de até R$ 12 bilhões, o governo acena com o corte de até 64 mil postos que seriam abertos. Só com essa medida, a economia seria de R$ 3 bilhões. Novas contratações ficariam só em 2010.
Porém, Maria Thereza Sombra, diretora executiva da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac), ressalta que há alguns motivos para que essa ameaça não se confirme. Ela lembra que o Ministério Público do Trabalho e o Tribunal de Contas da União estabeleceram um calendário de substituição
dos terceirizados até 2010, o que deve obrigar o governo a se apressar para cumprir o prazo.
Outra razão é o grande número de funcionários de órgãos federais, como os do Banco Central, que devem se aposentar até o fim do próximo ano. Sem falar nas obras do PAC, que requerem demanda de vagas.
"O governo deve cortar em outros setores, como reduzir os cargos comissionados e enxugar a própria máquina administrativa. Cancelar concursos não acredito que seja a medida mais apropriada", diz ela. "Há órgãos que necessitam de pessoal, como a Polícia Federal, que é um dos concursos mais esperados para o próximo ano. Acredito que 2009 promete também em concursos", opina.
No fundo, há rumores de que haverá concursos de peso -- Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e um novo processo seletivo da Petrobras. Porém, por enquanto, só estão confirmadas as 463 vagas já autorizadas pelo Ministério do Planejamento para cargos em órgãos do Ministério do Meio Ambiente (Instituto Chico Mendes e Ibama) e para os da Indústria e Comércio (Inmetro).
Resta esperar!
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11h37
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Tentando ser uma menina estudiosa kkkkkkkkkkkk
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Paty
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"Continue em frente"

"Continue em frente"
Às vezes, o caminhar é lento, mas o importante é não parar.
Mesmo um pequeno progresso é um avanço na direção certa.
Qualquer um é capaz de fazer um pequeno progresso.
Se você não pode conquistar algo importante hoje, conquiste algo menor.
Pequenos riachos se transformam em rios poderosos.
Continue em frente.
O que de manhã parecia fora do alcance, pode ficar próximo à tarde se você continuar em frente.
O tempo que usar trabalhando com paixão e intensidade aproximará você de seu objetivo.
É bem mais difícil começar de novo se você pára completamente.
Então, continue em frente.
Não desperdice a chance que você mesma criou.
Existe algo que pode ser feito agora mesmo, ainda hoje.
Pode não ser muito, mas fará com que você continue no jogo.
Caminhe rápido enquanto puder.
Caminhe lentamente quando for preciso.
Mas, seja o que for, continue andando.
E você conseguirá alcançar suas metas...
Realizar seus planos, sonhos...
Portanto, não desista, nunca!
Lembre-se que sua capacidade de continuar vem da firmeza da sua decisão, que nasce de Deus!"
:: Postado por
Paty
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14h06
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Exemplo de SUPERAÇÃO!!!!

FONTE: G1 - http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL617037-9654,00-MORADOR+DE+RUA+PASSA+EM+CONCURSO+DO+BB+E+ASSUME+CARGO+EM+JULHO.html
Morador de rua passa em concurso do BB e assume cargo em julho
Ubirajara Gomes da Silva passou na 136ª posição, entre 171 classificados para Recife. Ele carregava pasta com cópias de apostilas e provas e estudava em praças e bibliotecas. Enquanto vivia de fazer bicos e pedir esmola, Ubirajara Gomes da Silva, de 27 anos, passou quase um ano carregando pelas ruas do Recife uma folha de papel dobrada com o comprovante de classificação no concurso do Banco do Brasil.
Neste mês, foi convocado para assumir o cargo de escriturário, cujo salário inicial é de R$ 942,90, mais gratificação de 25%.
Silva ficou na 136ª posição, entre 171 classificados para trabalhar no Recife. A aprovação no concurso não significa apenas um emprego para ele. Morador de rua há 12 anos, Silva finalmente vai realizar o desejo de ter um lar.
Nas últimas semanas, ele tem vivido dias de "celebridade" nas ruas da capital pernambucana e também no site de relacionamentos Orkut – quase 400 recados foram postados em seu perfil com saudações pela conquista e votos de boa sorte, principalmente de candidatos a concursos.
Mas como um morador de rua tem um perfil no Orkut? Silva diz que costuma usar computadores em bibliotecas públicas e lan-houses que cobram preços baixos pelo uso. “Eu escolho entre comer ou acessar a internet”, conta.
Foi pela rede mundial de computadores que ele leu o edital do concurso, conseguiu material de estudo e trocou informações com outros candidatos. E foi também pela internet, em setembro do ano passado, que ele ficou sabendo que havia sido classificado no concurso. A boa notícia veio três dias antes de ele completar 27 anos.
O concurso teve mais de 19 mil candidatos inscritos. A prova, realizada em agosto do ano passado, tinha 150 questões – ele acertou 116. Mas antes de tentar entrar no Banco do Brasil ele já havia prestado quatro concursos nos últimos dois anos – sempre para o cargo de auxiliar administrativo, de nível médio.
“As pessoas me diziam para prestar para cargos de nível fundamental, mas eu sabia que podia tentar para nível médio”, diz.
Silva sempre carregava uma pasta cheia de cópias de apostilas e provas anteriores e estudava em praças e bibliotecas.
Silva diz que fugiu da casa onde morava com a avó materna e quatro irmãos aos 15 anos. Ele estava na 6ª série, em 1995. Em 2001, decidiu voltar a estudar e recebeu diploma de ensino médio após ser aprovado no supletivo. Ele diz que passou a ler até três jornais diários de grande circulação por dia, além de livros sobre economia, um de seus assuntos preferidos.
Silva pensa em fazer universidade. Suas preferências são pelos cursos de ciências contábeis, economia e administração. “Esses cursos podem ajudar bastante o trabalho no banco”, diz.
Há até alguns dias atrás, Silva vivia na esquina da rua da Amizade com rua das Pernambucanas, no bairro das Graças, perto da região central de Recife. Agora, um amigo que ele conheceu pela internet ofereceu abrigo em sua casa até que ele consiga uma casa para morar.
Esse mesmo amigo, que também passou em um concurso público, mas ainda não foi chamado, pagou a parte de uma dívida de Silva para limpar o nome dele no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), uma das exigências especificadas nos editais do BB para que os candidatos possam assumir o cargo. A outra parte do empréstimo Silva parcelou em 60 vezes e pretende pagar com o salário que passará a receber.
De acordo com o Banco do Brasil, se Silva fizer todos os exames médicos necessários e providenciar toda documentação até a semana que vem, ele assumirá o cargo de escriturário no dia 7 de julho, no Centro de Operações do BB, localizado no bairro Recife Antigo. Silva afirma que fará cabelo e barba e irá vestido com a roupa nova que ganhou de amigos.
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Paty
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10h38
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Série do Jornal Hoje: Concursos Públicos

O Jornal Hoje iniciou essa semana uma série só sobre concursos públicos. E eu postarei aqui a série completa pra quem nao conseguiu ver na televisão. Está sendo bem legal.
Bjs
1a Reportagem: Governo federal abrirá mais dez mil vagas até o final do ano
FONTE: http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL753661-16022,00-GOVERNO+FEDERAL+ABRIRA+MAIS+DEZ+MIL+VAGAS+ATE+O+FINAL+DO+ANO.html
Depois de quase dez anos sem contratar, o governo federal decidiu abrir milhares de vagas. Veja na primeira reportagem da série sobre concursos.
Em todo o país, tem gente se preparando para concursos públicos.
Mas nada se compara ao que acontece em Brasilia, onde, segundo o Dieese, 51% dos moradores são funcionários públicos. E até parece que os que não são querem virar: os cursos preparatórios se multiplicam pela cidade. O maior de todos tem 16 mil alunos que gastam, em média, R$ 700 por mês com as aulas.
A vida de candidato é cheia de sacrifícios. A dentista Marcia Pedrosa quer entrar para o Superior Tribunal de Justiça e tem uma rotina pesada: cursinho de manhã, trabalho no consultório à tarde e tarefas domésticas à noite, depois de pegar os filhos na escola. E olha que, antes de dormir, ela ainda volta para os livros. “Quando eu deito a cabeça no travesseiro, penso que tenho que estudar mais pra passar logo e acabar logo com isso, para poder voltar para minha família”, desabafa.
A biblioteca de um templo ecumênico virou ponto de encontro de concurseiros em Brasília, para aliviar a tensão. Antes de abrir os livros, eles fazem uma sessão de meditação. O barulho de uma cachoeira ao lado é um aliado. “O barulho constante da água ajuda a concentrar, evita que o barulho das”, acredita o concurseiro Daniel Rimoli.
Ter o governo como patrão exige mesmo mudanças na vida do candidato. É o preço que se paga para conseguir estabilidade no emprego, o principal atrativo do serviço publico.
O mundo dos concursos vive dias agitados com a abertura de inúmeras vagas, e esse boom tem uma explicação: depois de quase dez anos praticamente sem contratações, as portas do funcionalismo público foram reabertas. Este ano, até o momento foram autorizadas 21460 vagas, e outras dez mil deverão ser abertas.
Até 2010, o governo pretende substituir uma parte dos 34 mil terceirizados que trabalhavam no Executivo. Além disso, anunciou a criação de 72.449 cargos, que serão preenchidos por concursos a serem realizados de 2009 a 2012; a maior parte das vagas, 60 mil, é da área de educação.
“Destes 60 mil, aproximadamente metade deverão ser dirigidos para as universidades federais e a outra metade para a educação profissional e tecnológica”, explica o secretário de Educação Superior do MEC, Ronaldo Mota. “Em suma, há uma gama de profissionais que terão grandes oportunidades”.
Um milhão e meio de brasileiros trabalham para o governo federal em todo o país, e o entra-e-sai no serviço publico passa por Marcelo Moraes, secretario de gestão do ministério do Planejamento.
“Aproveitando que há um espaço fiscal para isso, nós estamos fazendo um esforço grande no sentido de tentar recompor a força de trabalho do governo”, ele explica. “O Estado precisa de profissionais inteligentes, versáteis e polivalentes, profissionais que sejam capazes de enfrentar os problemas com que se deparam”.
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Paty
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15h07
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2a Reportagem: Aprovação em concurso ainda não é garantia de emprego
Por que nem todos que passam num concurso público conseguem o emprego tão disputado? Veja na segunda reportagem da nossa série
FONTE: http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL755117-16022,00-APROVACAO+EM+CONCURSO+AINDA+NAO+E+GARANTIA+DE+EMPREGO.html
Ricardo de Paula largou o emprego de advogado e o salário de R$ 5 mil com o objetivo de virar juiz. Ele estuda quase dez horas por dia. “Coloquei uma meta de passar no concurso público, e vou me dedicar até passar”, diz, decidido. Quase não sobra tempo para curtir outras paixões, como o futebol e a namorada; ele só não abandona a fé em Santo Ivo, padroeiro dos advogados: “Rezo para ele todos os dias”.
Todo esse sacrifício é recompensado quando o resultado é a aprovação no concurso público. Mas nem sempre estar com o nome na lista dos aprovados é garantia de que o candidato será chamado para o cargo. Depois da luta para vencer a concorrência, ele pode ter que continuar brigando pela vaga na Justiça.
saiba mais
Governo federal abrirá mais dez mil vagas até o final do ano
Em dezembro do ano passado, o Superior Tribunal de Justiça decidiu: candidato aprovado dentro do número de vagas previstas no edital tem direito líquido e certo à nomeação.
Valéria Lúcia de Carbalho Santos foi uma das advogadas do caso que mudou o entendimento dos juízes sobre o tema. “Com certeza isso deve formar uma jurisprudência dominante. Em todos os casos idênticos, os juízes devem tomar a mesma decisão”, acredita.
Nem todos os concursos são para o preenchimento imediato de vagas; alguns formam o chamado cadastro reserva, e aí os aprovados podem ou não ser chamados. Simone Martins vai tentar dois concursos desse tipo: “Vale a pena, porque você pode ser chamado”, avalia.
Cargos comissionados
Outro problema que tira o sono dos concurseiros são os apadrinhados políticos que ocupam cargos comissionados sem passar por qualquer processo seletivo. A Associação Nacional de Apoio ao Concurso diz que eles existem no governo federal e, principalmente, nos estados e municípios. “Existem estados e prefeituras que são mais sérios, mas eu diria que o percentual é quase insignificante. A preocupação política de ajudar possíveis cabos eleitorais é muito grande”, afirma Hernani Pimentel, representante da associação.
Os três poderes já começam a tomar iniciativas para reduzir esse problema. O Executivo enviou para o Congresso um projeto que regulamenta a função comissionadas; pelo texto, cargos de direção em órgãos do poder Executivo só poderão ser ocupados por funcionários de carreira. O Supremo Tribunal Federal restringiu a contratação de Parentes, o conhecido nepotismo, e o Legislativo fez uma faxina nos cargos de natureza especial, normalmente ocupados por apadrinhados políticos; com isso, 1200 vagas foram cortadas na Câmara dos Deputados.
“Nós temos que convocar a sociedade para fiscalizar permanentemente essas distorções no serviço público. Temos que destinar a maioria dos cargos comissionados àqueles funcionários que prestaram o concurso público e foram aprovados”, defende Mozart Valadares Pires, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros.
Para o governo, é importante manter uma cota de vagas que podem ser preenchidas sem concurso. “É legítimo e natural, isso existe em todo o mundo”, argumenta Marcelo Moraes, secretário de gestão do ministério do Planejamento. “A questão é sempre para onde vão esses funcionários sem concurso, o que eles vão fazer e que proporção vão ocupar do conjunto de servidores da máquina pública”.
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Paty
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15h05
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3a Reportagem: Disciplina é essencial para se dar bem nos concursos públicos
Na terceira reportagem sobre concursos públicos, o Jornal Hoje dá dicas preciosas para você ir bem nas provas.
FONTE: http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL756497-16022,00-DISCIPLINA+E+ESSENCIAL+PARA+SE+DAR+BEM+NOS+CONCURSOS+PUBLICOS.html
Cada um tem sua receita para passar em concursos, mas todas têm um componente de disciplina.
Ricardo Fernandes é um exemplo bem-sucedido no mundo dos concursos: aos 30 anos, já passou em cinco – o último da Procuradoria do Distrito Federal, onde ele trabalha hoje. Parece que foi fácil? Pois não foi. “Eu não ia a uma festa, um encontro de família, nada, só tinha que estudar! Eu deitava a cabeça no travesseiro à noite e pensava: ‘consegui terminar mais um dia de estudos. Vamos pra o próximo’”, lembra.
Disciplina é palavra-chave para quem decide disputar uma vaga no serviço publico. Professores e candidatos reconhecem: sem dedicação, as chances de ser aprovado em um concurso são praticamente nulas.
Cleiton dos Santos, de Cuiabá, não sabe mais o que é ir a um cinema ou barzinho. Até seus fins-de-semana são dedicados ao estudo. “Quem é concurseiro não pode ser muito farrista, porque isso acaba com o estudo. Depois de virar servidor público, você terá mais tempo disponível”, acredita.
Antes de tudo, o concurseiro deve estabelecer um método próprio de estudo e descobrir de que forma ele aprende com mais facilidade: “A pessoa deve ir testando para ver se aprende mais escrevendo, ouvindo, lendo”, explica o professor Franklin Andrejanini, que prepara candidatos em um cursinho.
Sabrina Vanzella, por exemplo, descobriu que aprende vendo. Por isso, as paredes da casa dela, em Porto Alegre, vivem cheias de anotações. “A minha memória é muito visual, eu preciso olhar a informação. Às vezes, na prova, eu lembro até da cor em que aquilo está destacado na minha apostila”, diz.
Franklin Andrejanini dá ainda outra as dicas. Confira:
- Se for possível, busque ajuda de um profissional ou de um cursinho para se preparar. Verifique a estrutura do local e a formação acadêmica dos professores.
- Entenda exatamente o que o edital do concurso pede. Neste item, um papo com um profissional da área pode fazer a diferença e ajudar o candidato a estudar com foco.
- Faça muitos exercícios e refaça provas antigas; é a melhor maneira de descobrir como a banca organizadora costuma abordar os temas pedidos.
Marcos Vinicius Soares, coordenador acadêmico do Cespe – uma das bancas mais requisitadas para elaborar as provas de seleção do governo federal – ainda aconselha: na hora da prova, leia tudo com o máximo de atenção. “É muito comum que parte do que está sendo perguntado esteja contido na própria prova”, afirma.
O professor Franklin Andrejanini ensina um truque que pode ajudar nesse aspecto: marque as palavras ou expressões que dificultam o entendimento da questão: “Existem palavras com que você tem que tomar muito cuidado, como ‘mas’, ‘tudo’, ‘excepcionalmente’. Sublinhe cada uma dessas palavras fortes e os termos que você não conhecem, e no final faça uma equação para resolver aquela questão”.
Ricardo Fernandes, o concurseiro bem-sucedido do início da reportagem, garante: o sacrifício vale a pena. “Quando você passa, é uma sensação de alívio e dever cumprido”, diz.
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Paty
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15h04
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4a Reportagem:
Concurseiros motivados só por salário e estabilidade viram maus servidores
Entrar para o serviço público exige muito esforço, mas só isso não basta. O candidato precisa ter vocação. Veja na última reportagem da série sobre concursos públicos.
Fonte: http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL757929-16022,00-CONCURSEIROS+MOTIVADOS+SO+POR+SALARIO+E+ESTABILIDADE+VIRAM+MAUS+SERVIDORES.html
15:04
Diogo Magalhães se formou em agronomia, trabalhou na área, mas foi demitido. Assustado com os altos e baixos da iniciativa privada, agora estuda para ser agente de trânsito da Polícia Rodoviária Federal. É uma virada na vida. “Antes de pensar na minha vocação, quero ter estabilidade na vida. Quero ser funcionário público, ter uma garantia pra mim”, ele justifica.
As frustrações fazem parte do dia-a-dia de qualquer empregado, seja no serviço público ou em empresa privada. No caso dos concurseiros, o que preocupa psicólogos é a procura apenas pelos benefícios do cargo; o prazer e o orgulho de ser um profissional ficam em segundo plano, e isso com o tempo pode ser motivo de crises.
Todos os dias, a psicóloga Silvia de Almeida atende servidores públicos com depressão e síndrome do pânico. “Eles falam de uma falta de energia e de falta de motivação pra desempenhar a função que lhes é designada”, explica.
Priscila Barbosa hoje gosta do que faz no serviço público, mas o começo da carreira foi difícil. “O trabalho se tornava um martírio. A gente chegava lá e passava o dia esperando as oito horas passarem. Ou não tinha nada para fazer, ou o que tinha pra fazer não era interessante”, lembra.
Do ponto de vista administrativo, a falta de vocação também atrapalha. Servidor insatisfeito não rende e quer mudar toda hora de setor. O governo federal já percebeu esse problema: “O serviço público não pode ser percebido apenas como uma boa oportunidade de emprego estável, com salário bom. Tem que haver também uma vocação para o serviço público, de servir ao público”, afirma Marcelo Moraes, secretário de Gestão do ministério do Planejamento.
Reunimos uma concursada e uma concurseira para debaterem o tema. Maria Cristiana de Carvalho é funcionária do Superior Tribunal de Justiça, se diz realizada e garante que conhece muita gente assim. “Eu calculo que tenha uns 30% dos candidatos pensando em prestar concurso só por causa da estabilidade e do dinheiro, mas o resto tem vocação mesmo”, acredita.
Catiane Gonçalves quer entrar para o STJ, e para isso estuda dez horas por dia. Ela diz que vai procurar a felicidade pessoal e profissional no serviço público. “Espero acordar e dizer: ‘Nossa, que bom! Vou trabalhar hoje, feliz e realizada’. É isso que eu busco, e vou buscar isso no serviço público”, explica.
Na despedida, Catiane ganhou votos de sucesso e de, quem sabe, um reencontro no tribunal.
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15h03
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BOMBA NO JUDICIÁRIO

Se não bastasse os casos de Nepotismo para tirar as nossas vagas no concurso público, vem o Gilmar Mendes, Presidente do STF, soltar mais essa bomba. Leiam na reportagem abaixo.
O que mais me choca é ele dizer que a Justiça precisa é de mais criatividade e não de mais funcionários. Faça-me o favor!!!
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CNJ determina austeridade e corta R$ 100 milhões de gastos com novos cargos no Judiciário Fonte: http://www.cnj.jus.br/index.php?option=com_content&task=view&id=4767&Itemid=1 |
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| Segunda, 01 de Setembro de 2008 | |
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) definiu na última semana novos critérios que limitam a criação de cargos no Judiciário. A política de austeridade atende a uma determinação do presidente do Conselho, ministro Gilmar Mendes, de acabar com a lógica de que a Justiça precisa de mais magistrados, mais servidores e de prédios novos para dar conta do volume de processos. Já com base nos novos critérios, o CNJ determinou a diminuição no número de cargos pleiteados por quatro diferentes Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs), o que resultará numa economia anual de R$ 100 milhões aos cofres públicos. A redução mais acentuada ocorreu no TRT da 3ª Região (Minas Gerais), com um corte de 73% nas vagas pretendidas. O tribunal pediu 753, mas o Conselho aprovou 200 cargos. Do mesmo modo o TRT de Campinas (15ª Região) pediu 758 cargos, porém foram aprovados 230 cargos. Por sua vez, o TRT de São Paulo (2ª Região) ficou com 880 cargos, dos 1.111 pretendidos, enquanto o de Alagoas (19ª Região), que requisitou 54 cargos, obteve 28. Pelos novos parâmetros, a ampliação do quadro de servidores deve levar em conta a eficiência do tribunal, o quadro orçamentário e a garantia do acesso da população. Antes de pedir mais servidores, os tribunais terão que tornar mais eficientes e avaliar suas rotinas e procedimentos internos. Além disso, terão que descentralizar o atendimento ao cidadão, hoje concentrado em suas sedes, garantindo o acesso também nas cidades do interior. Os tribunais devem ficar atentos para os recentes cortes no orçamento público e o respeito aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. Ao formularem seus projetos de ampliação de quadros, o CNJ orienta os tribunais a cortarem seus próprios gastos e corrigirem distorções nas aplicações do orçamento, especialmente quando investem em obras e reformas e deixam de lado os mecanismo para agilizar o andamento dos processos. Além dessas diretrizes, a análise dos pedidos no CNJ também vai considerar a realidade de cada tribunal, comparado com o desempenho médio dos demais. Ao solicitar mais cargos, o tribunal deve apresentar uma análise dos processos por servidor e por juiz. Com base nas estatísticas do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o CNJ já sabe, por exemplo, que nos tribunais essa média é de nove processos novos por funcionário e de 117 novos processos por mês para cada juiz, guardadas as particularidades de cada ramo do judiciário. Legislação -A Lei nº 11.514/2007, de 13 de agosto de 2007, dispõe sobre as diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2008 e, em seu art. 87, inciso IV afirma que os projetos de lei e medidas provisórias relacionados a aumento de gastos com pessoal e encargos sociais, inclusive transformação de cargos deverão ser acompanhados de parecer de caráter opinativo sobre o mérito de projetos de lei de iniciativa do Poder Judiciário, emitido pelo CNJ. Em entrevista, ministro Gilmar Mendes diz que criação de cargos não resolve problemas da Justiça - Em entrevista divulgada nesta segunda-feira (01/09) pelo jornal Valor Econômico o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) combateu a idéia de que os problemas da Justiça podem ser resolvidos por meio da ampliação do quadro de seus servidores. O ministro esclareceu que se tivesse sido informado de que o Senado votaria o projeto de lei criando 1.513 novas vagas para o Judiciário, teria se oposto e o texto provavelmente não seria aprovado. A reportagem do jornalista Juliano Basile informa que o ministro Gilmar Mendes esteve no Senado quinta-feira de manhã e o projeto foi aprovado na madrugada seguinte. "Isso deixou a impressão de que ele teria discutido o assunto com o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN). Mas em nenhum momento eles conversaram sobre os mais de mil cargos novos na Justiça. A pauta do encontro foi a relação entre os dois Poderes - o STF está cada vez mais atuando na revisão de leis aprovadas pelo Congresso - e o reajuste do teto salarial do funcionalismo, que segue o valor dos vencimentos do presidente do presidente do STF.", relata a matéria. O texto do jornal destaca ainda que o presidente do CNJ é é contrário à criação de novas vagas nos tribunais: "Ele entende que a Justiça deve buscar soluções para administrar o excesso de processos. "É preciso parar com essa visão de que, quanto mais processos surgirem, mais juízes são necessários para julgá-los." A solução está em outras medidas que estão sendo aplicadas pelos tribunais superiores, como a súmula vinculante no STF e a súmula impeditiva de recursos no Superior Tribunal de Justiça. Ambas impedem o julgamento de causas repetitivas. E também há inovações na 1ª instância do Judiciário, como as jornadas de conciliação - dias em que juízes chamam as partes para chegarem a acordos. "O meu sonho é que tivéssemos algo como os Procons", disse. A reportagem informa que, desde que assumiu a Presidência do Conselho Nacional de Justiça, em abril passado, Mendes procurou reverter essa lógica de que a Justiça precisa de mais juízes e de novos prédios para dar conta do excesso de processos. "Precisamos é de mais racionalidade", argumentou. Sob o seu comando, o CNJ definiu critérios rigorosos para analisar pedidos de novas contratações em tribunais. "A estrutura dos tribunais têm que se adaptar a essa nova realidade", diz Mendes. MG/PV Agência CNJ de Notícias
Veja o texto da reportagem na íntegra:
Criar cargos não resolve problemas da Justiça, diz o presidente do STF Valor Econômico/SP 01 de setembro de 2008 Se tivesse sido informado de que o Senado votaria o projeto de lei criando 1.513 novas vagas para o Judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, teria se oposto e o texto provavelmente não seria aprovado. Mendes esteve no Senado quinta-feira de manhã e o projeto foi aprovado na madrugada seguinte. Isso deixou a impressão de que ele teria discutido o assunto com o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN). Mas em nenhum momento eles conversaram sobre os mais de mil cargos novos na Justiça. A pauta do encontro foi a relação entre os dois Poderes - o STF está cada vez mais atuando na revisão de leis aprovadas pelo Congresso - e o reajuste do teto salarial do funcionalismo, que segue o valor dos vencimentos do presidente do presidente do STF. Mendes é contrário à criação de novas vagas nos tribunais. Ele entende que a Justiça deve buscar soluções para administrar o excesso de processos. "É preciso parar com essa visão de que, quanto mais processos surgirem, mais juízes são necessários para julgá-los." A solução está em outras medidas que estão sendo aplicadas pelos tribunais superiores, como a súmula vinculante no STF e a súmula impeditiva de recursos no Superior Tribunal de Justiça. Ambas impedem o julgamento de causas repetitivas. E também há inovações na 1ª instância do Judiciário, como as jornadas de conciliação - dias em que juízes chamam as partes para chegarem a acordos. "O meu sonho é que tivéssemos algo como os Procons", disse. Desde que assumiu a Presidência do Conselho Nacional de Justiça, em abril passado, Mendes procurou reverter essa lógica de que a Justiça precisa de mais juízes e de novos prédios para dar conta do excesso de processos. "Precisamos é de mais racionalidade", argumentou. Sob o seu comando, o CNJ definiu critérios rigorosos para analisar pedidos de novas contratações em tribunais. O primeiro critério é que o tribunal deve se focar na busca de melhor eficiência, antes de pedir ampliação no quadro de pessoal. "Temos que desafiar a criatividade dos tribunais", afirma Mendes. O segundo critério é o acesso da população ao Judiciário. O CNJ pede que os tribunais sejam cada vez mais descentralizados de suas sedes e busquem o interior, onde o atendimento é mais imediato. O terceiro é o quadro orçamentário, onde os tribunais devem buscar cortes rigorosos para evitar situações em que os gabinetes são decorados com estátuas gregas ao passo que centenas de pessoas esperam pelas decisões judiciais. Para o CNJ, o dinheiro deve ser deslocado para atender a missão de julgar. O CNJ também pede a análise de processos por servidor e por juiz. Na primeira, a média, segundo estatística do Tribunal Superior do Trabalho (TST) é de nove processos por funcionário e, na segunda, de 117 novos processos por mês para cada juiz. O problema é mais grave na Justiça do Trabalho, onde a aplicação de súmulas é mais difícil porque os processos costumam envolver dezenas de pedidos e, portanto, são muito particulares. Assim, fica difícil decidi-los de forma conjunta. Com base nesses critérios, o CNJ reduziu vários pedidos de aumento de cargos em Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs). O TRT de São Paulo pediu 1.111 novos cargos e levou 880. O TRT de Minas Gerais pediu 753 e ficou com 200 cargos. O TRT de Campinas ficou com apenas 230 dos 758 cargos pedidos e o de Alagoas com 28 dos 54 requisitados. "A estrutura dos tribunais têm que se adaptar a essa nova realidade", diz Mendes. O projeto de lei foi encaminhado ao presidente Lula para sanção. Apenas no caso do STJ foram criados 220 novos cargos - um custo de R$ 13 milhões anuais. Brasil / A4
Juliano Basile |
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Paty
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15h10
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Faltam menos de 40 dias para o tão sonhado concursos do TRT-GO. Nos comentários, a Márcia me perguntou que técnicas eu uso para estudar pra um concurso. Bem, se fosse até 1 ano atrás eu responderia: “faço um resumo de absolutamente tudo o que eu estudo e as palavras mais importantes eu escrevo com caneta rosa.”
Pra esse concurso eu mudei as minhas técnicas. Não escrevi absolutamente nada, mas li muito, estou lendo muito. E claro, resolvendo exercícios. Está sendo interessante.
Por quê eu mudei? Notei que eu não tinha tempo para resumir tudo o que eu estudava, e mesmo qdo eu fazia isso, não tinha tempo pra ler tudo o que eu resumia. Parece brincadeira, mas é verdade.
Hj qdo me vem à mente todo o conhecimento que eu adquiri em Direito Constitucional por exemplo, vejo que ele foi adquirido por se fazer mtos exercícios e por ler mto, e não necessariamente por se resumir tudo o que eu aprendia.
Vamos ver se essas técnicas darão resultados no concurso do TRT 18.
Por falar em TRT, está chovendo concursos para esses órgãos: BA, AL, GO, SP... o de Campinas já está previsto pro ano que vem, e se Deus quiser, o do DF tb!!!!
Queria mtooo fazer o de sampa, mas acho que a $$ não vai dá, visto que as empresas aéreas não vão entrar em promoção como foi dito antes (o boato era que seria R$50,00 por trecho).
Estão falando em 1000 vagas!!!
Senta e chora :’(
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Paty
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15h42
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Rumo ao TRT-18

TRT-18° Região, segundo o Google Imagens.
Estou voltando para o mundo dos concursos. Mais empolgada do que nunca. Mais escaldada do que nunca tb. Durante um semestre não quis nem saber de concursos. Fiquei só voltada pra UNB, pensando em novos planos B. Depois dos últimos fiascos - TST,TJDFT e DFTRANS(que até hj não saiu o resultado)-me senti totalmente desestimulada pra voltar a estudar. Entrei de férias e essas férias seriam as primeiras em que eu não ia pegar num livro. Queria realmente não fazer nada nas férias, apesar do mundo estar desabando em minha volta.
Até achei que estava com estafa mental pós-concursos. Sabe qdo te dá uma ânsia só de pensar em concursos? Pois é, estava assim.
Até sair o edital do TRT-18. E vi que tdo podia conspirar a meu favor:
1) Prova em Goiânia, cidade que fica a 200 km de Bsb.
2) Amigos em Gyn,o que facilita a hospedagem.
3) Apenas 5 matérias e 1 redação
4) Não tem prova prática
5) Tenho dinheiro para poder fazer a minha primeira prova fora de Brasilia.
O lance agora é não deixar a peteca cair e estudar até passar de fato, novamente.
Bjs a todos q ainda lêem o meu blog. Mil perdões pela falta de tempo e às vezes ânimo em não responder a todos que comentam. Mudarei isso com certeza!!
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Concursos
Governo Federal deve substituir terceirizados até 2010
04/08/2008 10:38
Mariana Flores - Do Correio Braziliense
Tema de discussão dentro do governo federal desde 2003, a substituição dos terceirizados por concursados ganhou mais um capítulo na semana passada. Oito meses após assinar um termo de conciliação judicial com o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Ministério do Planejamento finalmente concluiu o mapeamento da terceirização. Segundo o levantamento feito com os órgãos da administração direta, as autarquias e as fundações, e revelado com exclusividade pelo Correio, há, atualmente, 34.165 trabalhadores contratados irregularmente no serviço público federal. Todos deverão ser substituídos por servidores até 2010, conforme compromisso assumido pelo ministro Paulo Bernardo, do Planejamento. Ou seja, novas oportunidades para os concursandos interessados em entrar para o quadro de pessoal da União.
"É um ganho para o país porque vai profissionalizar a mão-de-obra com pessoas que têm compromisso com a administração. A administração pública precisa ter o controle porque o terceirizado custa mais caro que um servidor e muitas vezes com a terceirização abrimos as portas para o nepotismo, por meio das indicações políticas", afirma o procurador do Trabalho Sebastião Vieira Caixeta.
De acordo com o cronograma apresentado pelo Planejamento ao MPT, as substituições podem começar já nos próximos meses. Ainda neste ano, o governo tem que autorizar a primeira etapa de concursos, que deverão substituir 30% dos terceirizados, ou seja, 10,2 mil pessoas. Até 31 de julho do ano que vem, as provas desta primeira fase já deverão ter sido aplicadas. Outros 30% serão dispensados até dezembro de 2009. Os concursos para trocar os 40% restantes devem ser realizados até 31 de outubro de 2010, sob pena do governo ter que arcar com multa de R$ 1 mil por trabalhador, além da punição aplicada ao gestor de cada órgão, que pode ser responsabilizado por crime de desobediência.
Volume maior
Não necessariamente o número de vagas abertas com os concursos precisa ser igual ao de terceirizados dispensados, segundo o procurador do Trabalho Sebastião Vieira Caixeta. Mas a expectativa, adverte, é que o volume seja até maior. "Eles não são obrigados a substituir em número igual, mas os terceirizados irregulares têm que sair. Há uma demanda no serviço público igual ou maior que esse volume", afirma. Os servidores concordam. "Além de substituir os terceirizados, o governo precisa contratar mais. As pessoas estão se aposentando enquanto a população está crescendo e o governo não está repondo a força de trabalho. O aumento do contingente de servidores é uma reivindicação histórica nossa", afirma o secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Josemilton Costa.
Das 34.165 contratações irregulares, 12.407 estão na administração direta, 7.301 nas autarquias, 6.429 nas empresas estatais e 8.028 nas fundações. O governo, por meio do Planejamento, prometeu substituir mesmo nos órgãos da administração indireta, segundo Caixeta. "A União se comprometeu a resolver o problema da administração direta e de encaminhar solução para os outros órgãos. Há uma disposição de substituir", garante. Têm que ser dispensados todos os terceirizados que estejam exercendo funções típicas de servidores. Pela legislação, podem ser contratados sem concurso público apenas trabalhadores que atuem em atividades de conservação, limpeza, segurança, vigilância, transportes, informática, copeiragem, recepção, reprografia, telecomunicações e manutenção de prédios, equipamentos e instalações.
Cobranças levaram à substituição
A troca de trabalhadores terceirizados por servidores federais teve início em 2002 quando o governo federal começou a ser cobrado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para regularizar seu quadro de pessoal. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi o primeiro, contratando, em 2003, 6,8 mil pessoas para atuar no atendimento à população e como médicos peritos. A perícia médica vinha sendo executada por clínicas credenciadas, descaracterizando uma atividade típica do Estado. Segundo o Ministério do Planejamento, somente no INSS a economia foi de R$ 150 milhões por ano. Desde 2003, mais de 32 mil terceirizados já foram substituídos pela União. Os outros 34.165 que ainda restam custam aos cofres públicos mais de R$ 1,9 bilhão por ano.
A prática era disseminada por toda a administração pública federal. Vários órgãos funcionavam quase integralmente com terceirizados empregados irregularmente. As contratações ocorriam de três formas distintas: via organismos internacionais, por cooperativas e por meio de contratos com empresas privadas de terceirização de serviços. O primeiro passo para a troca foi acabar com as ilegalidades nos contratos com entidades internacionais. "Até cinco atrás existiam 10 mil trabalhadores brasileiros contratados via organismos internacionais atuando no governo federal, uma forma de mascarar a necessidade de concurso público. Agora, sobraram menos de 300 contratados pelo processo de cooperação técnica, situação que se justifica para desenvolver um projeto por um tempo determinado", explica o procurador do Trabalho Sebastião Vieira Caixeta. A segunda etapa foi a dispensa dos funcionários que trabalhavam via cooperativas.
A utilização em larga escala de profissionais não concursados mascara a necessidade de pessoal na máquina pública. Em 1991, o Executivo tinha 991,9 mil servidores ativos. Em 2002, o volume caiu para 809,9 mil, e em maio deste ano, após a realização de concursos, atingiu 997,9 mil. A idéia do governo é não fazer a troca de forma abrupta, mas sim gradualmente, de modo a não perder conhecimento acumulado pelos terceirizados que já estavam nos cargos.
De 2002 a 2007, foram autorizadas 116 mil vagas para serem preenchidas por meio de concursos públicos. Dessas, 32 mil autorizações foram exclusivas para substituir terceirizados, de acordo com o Planejamento. Em 2008, o governo autorizou a realização de concurso para troca emergencial de 1 mil terceirizados do Ministério da Saúde, 419 na Fundação Nacional da Saúde (Funasa), 365 na Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e 1.822 no Ministério do Trabalho. (MF)
UnB concentra 8% das contratações que ferem a legislação
De todas as 34.165 contratações irregulares da União, 8% estão na Universidade de Brasília (UnB). A instituição é a que concentra o maior volume de terceirizados ilegais. Ao todo 2.853 funcionários deverão ser dispensados para abrir vaga para concursados, segundo as contas do Ministério do Planejamento. Ainda neste mês, a universidade deve fechar um acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) fixando um cronograma para a regularização. O acordo deve prever a substituição em cinco anos e estipulará percentuais para serem trocados ano a ano. Por mês, a UnB gasta R$ 3,2 milhões para pagar os salários destes trabalhadores.
Atualmente, há médicos e professores terceirizados atuando na universidade, cargos que devem ser preenchidos exclusivamente por profissionais aprovados em concursos. A maior parte está no Hospital Universitário de Brasília (HUB), onde, estima-se, trabalhem 1.060 funcionários que não estão de acordo com a legislação.
No ranking dos cinco órgãos da administração indireta que têm maior volume de terceirizados há ainda a Universidade Federal do Maranhão (UFMA), que conta com 1.063 irregulares; a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com 2.236 profissionais, do Ministério da Saúde; e dois órgãos ligados ao Ministério de Minas e Energia: Furnas Centrais Elétricas e Cepisa (Companhia Energética do Piauí), com 1.817 e 1.111, respectivamente. (MF)
BB e CEF fora da conta
O volume total de terceirizados atuando em funções exclusivas para concursados federais vai além dos mapeados pelo Ministério do Planejamento. Os números repassados ao Ministério Público do Trabalho (MPT) não reúnem os dados da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, que, juntos, devem ter mais de 40 mil trabalhadores contratados irregularmente, segundo estimativa do procurador do Trabalho Sebastião Vieira Caixeta. Apenas a Caixa se comprometeu, até agora, em substituí-los, segundo acordo firmado com o MPT. O BB ainda está discutindo a troca e na semana passada rejeitou a proposta feita pelo MPT.
Em todo o Brasil há dezenas de ações civis públicas ajuizadas pelo MPT para que o banco substitua seus funcionários irregulares. "A negociação com o Banco do Brasil não está avançando, mas se continuar assim podemos ajuizar uma ação obrigando o banco a dispensar os terceirizados irregulares", ameaça Caixeta.
O acordo com a Caixa foi firmado em junho deste ano prevendo a contratação de 9.229 concursados em todo o país até junho de 2009. Desses, 3,1 mil têm de ser chamados até dezembro. A substituição teve início no último mês de maio com a convocação de 1.903 aprovados em concurso. Os 4.226 restantes têm que ser admitidos nos próximos 10 meses. (MF)
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Próximos Concursos...

STJ

SENADO FEDERAL
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Ainda na área...mas longe dos concursos...
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Paty
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